Pensamento...

"Eu sou o Colombo da minha alma e diariamente descubro nela novas regiões." | Gibran Khalil Gibran.

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terça-feira, 31 de maio de 2011

MOMENTO ESPÍRITA - FEP

Deus existe?
A pergunta ainda baila na mente de muitas pessoas. Criaturas que se dizem agnósticas, descrentes de Deus.
Pessoas que têm ideias muito próprias a respeito da Criação, como se a harmonia que a tudo rege não nos dissesse, em altos brados, que uma ideia diretriz comanda o Universo.
Mas, para quem tem olhos de ver, basta um perpassar de vistas pela natureza para concluir pela existência desse Criador incriado, perfeição inigualável.
Como se poderia, de outra forma, admirar os campos de lavanda, perfumados e coloridos?
Quando se admira o arco-íris, já nos indagamos quem o traça de forma tão perfeita, nos céus?
Quem dobra as pétalas dos botões, que se abrem em corolas brilhantes?
Quem coloca música tão diversa no cantar das águas do rio manso, da cachoeira altíssima, das cataratas volumosas?
Como admirar a pétala aveludada de uma rosa, sem se perguntar quem nela colocou tanta maciez?
Quem dispôs que, no mesmo canteiro de jardim, que recebe o mesmo sol, a mesma chuva, sementes minúsculas que, por vezes até se assemelham, confundindo o leigo, se tenha resultado tão diverso?
Aqui as rosas apresentam seu brilho nas pétalas, ali os cravos espalham perfume, logo além as margaridas se exibem, enquanto o vento as vai despetalando e murmurando: bem-me- quer, mal-me-quer, ela me ama, ela não me ama...
Quem estabelece a rota dos astros no infinito? Quem determina que a gravidade nos mantenha presos ao planeta, enquanto ele gira vertiginosamente no espaço, em dois movimentos constantes, de rotação e translação?
Quem explica isso? Leis. Leis universais. Mas quem as estatuiu? Quem estabeleceu a rota do sol, das estrelas, das galáxias que se movem no infinito?
Quem criou a lei que determina se perpetuem nossos traços em nossos descendentes? E que, ao demais, é regida por uma lei de amor em que, quando as etnias se mesclam, as raças se misturam, novos e belos espécimes aparecem?
Quem definiu que duas minúsculas gotículas originassem um novo ser?
A tudo isso, o vento responde, a cascata faz eco e os astros estribilham em coro: Deus! Senhor dos mundos! Senhor do Universo.
Foi Deus que tudo criou, concebeu e não cessa de criar, surpreendendo o homem a cada passo.
O homem que, estudando, observando, se dá conta de que quanto mais descobre, menos sabe e mais há por descobrir.
O infindável mundo de Deus, sem fronteiras, em constante expansão.
Um mundo que se agiganta no espaço e se esconde no microcosmo.
Um mundo a ser estudado para que se louve o seu Criador. Um Deus Pai que a cada dia engendra um espetáculo na aurora e outro no crepúsculo.
Um Deus de amor que compõe sinfonias nas águas que descem dos montes e nos filetes que escorrem quase ocultos por entre pequenos seixos.
Um Deus que dedilha sinfonias na cabeleira do arvoredo e murmura canções na pradaria...
Um Deus! Um Pai! Nosso Pai!
Redação do Momento Espírita.
Em 30.05.2011.

domingo, 29 de maio de 2011

AINDA O DINHEIRO - MENSAGEM DE EMMANUEL / CHICO XAVIER


Nunca demais esclarecer esse ou aquele ponto obscuro, em torno do dinheiro.
Moeda é sempre parcela do esforço ou do suor de alguém. Cansaço que se metalizou para auxiliar ou inquietação que se fez crédito, em louvor do bem coletivo.
Cada pequeno ou grande desgaste da criatura em ação ter-se-á transformado em recurso capaz de colaborar na garantia do corpo social.
***
Não existe dinheiro desprezível.
Venha de onde vier, pode ser notícia de alguém que tombou na doença ou na morte, a fim de conquistá-lo; sacrifício de irmãos fatigados que o obtiveram à custa da fadiga e de lágrimas; fruto de renúncia e pranto de irmãos em desespero ou ideia materializada de amigos que esfoguearam a própria cabeça, buscando atraí-lo para ganhar o pão.
***
Dinheiro é trabalho concretizado a dissolver-se em aquisições e realizações, apoio humano, prestação de serviço, auxílio e dádiva.
Moeda pode converter-se em prato que alimenta, remédio que alivia, livro que instrui, teto que protege e força que recompõe.
***
Dinheiro é sangue do organismo social que não se deve afastar da circulação, sob pena de gerar anemia do progresso e a penúria comunitária.
Por isso mesmo, cabe-nos manejá-lo, quando na Terra, com reverência e altruísmo, sem abusar dele para qualquer atividade deprimente que resgataremos, em qualquer tempo, na lei de causa e efeito, porque o dinheiro em si é suor da criatura humana e bênção de Deus.

Referência Bibliográfica:

XAVIER, Francisco C. / Espírito Emmanuel. Inspiração. São Bernardo do Campo, SP: GEEM (Grupo Espírita Emmanuel), 1978. p.60-62.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A LEI DO RETORNO


Tudo aquilo que eu faço,
Tanto de bom quanto de ruim,
De um jeito ou de outro
Acaba voltando para mim!

domingo, 15 de maio de 2011

PENSAMENTO...

"Com os punhos fechados não se pode trocar um aperto de mãos." - Indira Gandhi.

Do livro:

Pensamentos..., p.97

COMPAIXÃO E AUXÍLIO - MENSAGEM DE EMMANUEL / CHICO XAVIER


Existem criaturas na Terra tão extremamente agarradas à ideia de posse dos bens de que dispõem no mundo e das pessoas a que se dedicam, que, frequentemente, em favor de nossa própria paz, necessitamos praticar, mais amplamente, os princípios da compaixão.
***
Esse companheiro foi indicado pela Divina Providência para exercer a justiça, temperada de misericórdia; entretanto, apesar da autoridade de que disponha, precisará da compaixão alheia, traduzida em atitudes e palavras, para que o poder não se lhe converta nas mãos em bastão da tirania.
***
Aquele recebeu do Senhor o dom de falar com desembaraço, de maneira a conduzir multidões para o caminho do bem; no entanto, em pleno fastígio do verbo, necessitará da compaixão dos semelhantes, a fim de não desmandar-se em paixões violentas.
***
Outro, em nome do Mais Alto, guarda o depósito de grande fortuna, de modo a administrá-la, criteriosamente, criando trabalho, em benefício dos irmãos do mundo, chamados à sustentação própria; contudo, não prescindirá da compaixão dos outros para que não venha a aniquilar o patrimônio que a vida lhe confiou.
***
Aquele outro ainda recolheu da Divina Bondade grande ciclo de provações, a fim de lecionar com elas paciência e humildade, fé e coragem, no auxílio espiritual aos companheiros do mundo; entretanto, não dispensará o apoio da compaixão de quantos o assistem para que o sofrimento não se lhe faça veneno ou desespero, nos recessos da alma.
***
Seja diante de quem seja, compadece-te e auxilia para o bem.
E sempre que o teu passo cruze com o passo de alguém que se comporta como se Deus não existisse, tratando criaturas e bens, qual se lhes fosse o proprietário exclusivo, coloca a imagem desse alguém na tua enfermaria de oração, porque estarás renteando com uma dessas criaturas que ignoram a Paternidade de Deus, desconhecendo igualmente que todos os dons e vantagens que estejamos usufruindo nos foram emprestados pelos institutos da Divina Providência e dos quais daremos conta na Administração da Vida em momento exato.

Referência Bibliográfica:

XAVIER, Francisco C. / Espírito Emmanuel. Inspiração. São Bernardo do Campo, SP: GEEM (Grupo Espírita Emmanuel), 1978. p.56-59.

domingo, 8 de maio de 2011

HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS - À sombra da noite



Esta história demonstra que a mediunidade é uma faculdade comum a todos os seres humanos, independendo inclusive da religião ou das crenças que se possua. Manifestações físicas...


PARA O DIA DAS MÃES...



TROVAS DE MULHER

Mãe – uma sílaba só,
Com sentido tão profundo!...
Deus ajuntou em três letras
Toda a riqueza do mundo.

Não chores, mãe desprezada,
Na aflição da noite fria!
Deus te reserva outra estrada
E a bênção de novo dia.

Dizes: “mulher em desdouro”...
Mas se é mãe que vela e afaga,
Deus já fez dela um tesouro
Que o mundo inteiro não paga.

O mal gritaria em vão
Se cada mulher sem lar
Tivesse no coração
Um filho para beijar.

Fé viva na alma que chora:
Lua cheia em noite fria.
Agasalho da esperança:
Pão nosso de cada dia.

Chico Xavier / Luiza Amélia

Do livro:

XAVIER, Francisco C. (Espíritos Diversos). Mãe – antologia mediúnica. 7.ed. Matão-SP: Casa Editora O Clarim, 1995. 240p. p.39.

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